Saímos às 8h e pouco, conforme previsto. O caminho tranqüilo. Boa parte dentro do parque de Logroño. O resto em estrada paralela à rodovia principal.
Chegamos às 12h30m em Ventosa. Às 13h Jutta (austríaca) abre as portas. O Acácio e o Palma tinham razão sobre o astral do albergue: É altíssimo. Ambiente excelente. Tudo novo. Chuveiro com ducha de verdade.
Mais tarde chega Enrique o hospitaleiro. Falo sobre o Palma, do Acácio e parabenizo-o pelo local. É gratificante conhecer os personagens do caminho.Ele sugere seguir pela estrada no dia seguinte pois o trecho de terra está inundado próximo a Nájera.
Deixamos a roupa na lavadora e almoçamos "bocadillo de jamon, queso y tomate", com vinho engarrafado no albergue. As máquinas funcionam! As roupas ficam limpas e secas de verdade!
A janta fica por minha conta. Compramos espaguete, molho, chorizo na vendinha do albergue.Tudo fica sob o meu comando. Comando? Como ligar um fogão elétrico com controles sensíveis a toque? As meninas me deram a aula. Incrível como o fogão funciona! Em pouco tempo tudo está fervendo, água da sopa, do arroz e do macarrão. Apesar dessa falta de sincronismo, deu tudo certo.
Desço com os copos e o vinho para a sala de jantar, pois a cozinha estava sendo objeto de muita disputa territorial.
Logo se juntam a nós dois irmãos americanos Troy e Justin que já havía encontrado em Larassoaña. Os dois com garrafas de vinho. A mesa logo fica cheia. A Andrea, da Transilvânia, a Isabella da Dinamarca. Pessoas excelentes. O Troy e Justin mostram o vídeo que fizeram em Irache onde enchem uma garrafa de vinho. Cômico. Foi até o topo da boca.
O albergue fica lotado aponto de colocarem colchões para os que chegaram tarde. Duas mulheres vão dormir na sala de jantar e Jutta nos pede para liberarmos às 21h40m.

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